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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Governo cria Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia


É o próprio Primeiro-ministro Passos de Coelho a presidir ao Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia, criado a semana passada em Conselho de Ministros. O organismo consultivo terá como missão o aconselhamento e optimização das políticas de I&D.

O conselho deverá ser constituído «pelos melhores cientistas e empreendedores do País», pode ler-se na proposta de Orçamento de Estado de 2012. Para o próximo ano, o Governo quer apostar na investigação aplicada e transferência de tecnologia para o tecido empresarial através da introdução de novas medidas nos programas de formação de recursos humanos que estimulem o empreendedorismo dos investigadores e a sua integração nas empresas.

Do pacote de estímulo à I&D constam também alterações ao do modelo de financiamento das Unidades de Investigação. A ideia é a promover a excelência e a concentrar os apoios financeiros onde eles são cientificamente mais rentáveis, reduzindo a carga administrativa das avaliações institucionais, promovendo a iniciativa individual dos investigadores e incentivando a competitividade das instituições para o acolhimento dos investigadores e projectos de maior valor.
Para aumentar o emprego científico e a formação de recursos humanos qualificados prevê-se o lançamento de concursos nacionais para contratos de desenvolvimento de carreira de jovens Doutorados e para o recrutamento dos melhores cientistas nacionais e estrangeiros que queiram integrar o sistema científico nacional.

Deste modo pretende-se criar um corpo estável de investigadores de excelência no país seleccionando os melhores a nível nacional, promover a mobilidade dos investigadores permitindo-lhes trabalhar nas instituições que melhores condições ofereçam para o desenvolvimento dos seus projectos e para a competitividade das suas carreiras, ajustar as competências nas diferentes áreas do conhecimento à evolução das necessidades do país e estimular o emprego científico em Empresas, Laboratórios de Estado e Universidades, lê-se no Orçamento de Estado.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Economia Verde em 2050 só com revolução energética

Será necessária uma Revolução Energética para se alcançarem as metas fixadas pela União Europeia para tornar a Visão 2050 da Economia Verde numa realidade, segundo um novo estudo da Oracle.

Conduzido pela Future Laboratory, o estudo Future of Energy que envolveu um painel de especialistas mundiais, aponta as questões relacionadas com a electricidade, que terão de ser resolvidas, bem como as tendências que lhe estão associadas, para transformarem as redes e a energia.

Este estudo analisa o papel que as redes inteligentes terão no cumprimento das metas de eficiência energética estabelecidas pela Estratégia de Baixo Carbono para 2050, pela União  Europeia, que exige um corte nas emissões de gases com efeitos de estufa entre os 80 e os 95 por cento, de modo a alcançarem-se níveis idênticos aos de 1990, até ao ano 2050.

O estudo destaca as questões relativas à  electricidade, que terão de ser resolvidas nas próximas quarto décadas, e as tendências que lhe estão associadas e que importa trabalhar para se alcançar o objectivo de descarbonizar a indústria e a sociedade.

A consultora The Future Laboratory recrutou um painel de especialistas a nível mundial - Europa, Médio Oriente e África (EMEA), incluindo Hans Martens (European Policy Commission), Will Pearson (Eurasia Group) e Monika Stajnarova (BEUC) -, para analisarem a forma como as metas fixadas em relação às emissões de carbono até 2050 podem ser cumpridas através do investimento comercial, do envolvimento dos consumidores e da liderança política. Estes especialistas apresentaram
também as suas visões sobre o papel que as tecnologias terão de desempenhar no futuro da energia inteligente.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Secretária de Estado da Ciência fecha Seminário Internacional sobre Economia do Hidrogénio *


Leonor Parreira, secretária de Estado da Ciência, e Juvenal de Castro, antigo secretário-executivo da CIM do Alto Minho e actual secretário de Estado da adjunto do Ministro da Administração Interna, são esperados na 4ª edição do Seminário Internacional sobre Economia do Hidrogénio.

O evento, promovido pela AP2H2, em parceria com o LNEG, Instituto Politécnico de Viana do Castelo e Comunidade Intermunicipal de Alto Minho, tem como tema Advances in Hydrogen Energy Technologies e realiza-se entre amanhã e sexta-feira (10 e 11 de Novembro). 

Entre os conferencistas internacionais presentes estão Bert de Colvenar (Executive Director of the Fuel Cells and Hydrogen Joint Undertaking); M. Jesús Lázaro Elorri (Instituto de Carboquímica, Zaragoza); Paolo Fracas (PEMFLOW and Hydrogen and Fuel Cell Italian Association); Juan Gómez Valero (Air Liquide); Latchezar Nikolov Bozukov (LabTech); Alvin B. Sorkin (NASA); Ismael Aso (Centro Nacional de Experimentación en Tecnologías del Hidrógeno y las Pilas de Combustible).

* Nota posterior da organização: Por impossibilidade de agenda a representante do Governo não vai estar presente no evento