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terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Japão domina patentes de veículos eléctricos, híbridos e com células de combustível

Cerca de 70 por cento das patentes de veículos eléctricos, veíulos híbridos eléctricos e veículos com células de combustível são oriundos de terras japonesas, segundo um levantamento levado a cabo pelo governo japonês.

O documento revela que cerca de 16 670 patentes relativas a veículos com propulsão eléctrica foram registadas em todo o mundo entre 2001 e 2006. O número duplicou relativamente às 9034 patentes verificadas entre 1995 e 2000. Os japoneses foram os que mais contribuiram para estes números, ficando demonstrado que entre 1995 e 2000, cerca de 6879 patentes (76 por cento) foram registadas no Japão, enquanto esse valor foi de 11 533 (69 por cento) para o período entre 2001 e 2006.

Das patentes registadas em 2006, mais de 1400 foram de veículos híbridos eléctricos, o que está longe das 530 patentes de veículos eléctricos e das 270 relativas a veículos com células de combustível. Sendo que as previsões apontam para um crescimento de patentes nestas três áreas.

Também são os fabricantes japoneses que dominam a lista dos fabricantes automóveis com mais patentes registadas nestes domínios. No ranking por regiões,entre 1995 e 2006, destaca-se a Toyota Motor Corp no Japão, Estados Unidos, Europa e China. Na Coreia, a companhia pautou-se no segundo lugar devido ao domínio do líder local Hyundai Motor Co.


domingo, 13 de dezembro de 2009

Air Liquide expõe as suas tecnologias na Conferência de Copenhaga


A Air Liquide marca presença na Conferência de Copenhaga na Bright Green exhibition, num spaço dedicado à energia, iniciativa que começou ontem e termina hoje, onde cerca de 170 empresas de todo o mundo estão a revelar as suas soluções para combater as alterações climáticas. Além dos representantes industriais o evento conta com a participação de líderes políticos, nomeadamente dinarmarqueses, investigadores e pioneiros.


A Air Liquide participa na luta contra as alterações climatéricas desenvolvendo tecnologias que contribuem para a redução de emissões de gases com efeito de estufa, tais como a captura e armazenamento de CO2, e fornece hidrogénio para produzir combustíveis limpos. O Grupo também desenvolve formas alternativas de energias limpas, tais como a fotovoltaica segunda geração de biocombustíveis, bem como células de combustível e hidrogénio. A energia e o ambiente são, aliás, parte integrante das cinco vertentes de crescimento da Air Liquide e representam mais de 60 por cento do investimento aplicado em I&D de soluções para preservar o ambiente e a vida.


A conferência de Copenhaga pretende chegar a um acordo global sobre a energia e o clima, que substituirá o Protocolo de Quioto a partir de 2013. A meta é conseguir manter o aumento médio da temperatura abaixo dos 2°C. A tentaiva de compromisso de redução da emissão de gases com efeito de estufa está a reunir um conjunto de stakeholders, economias emergentes e industrializadas entre 7 e 18 de Dezembro. No entanto, a conferência também irá abordar a problemática do impacto das alterações climatéricas, a transferência de tecnologia e a implementação de mecanismos para financiar esta iniciativas.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Barco a hidrogénio proporciona cruzeiros ecológicos nos canais de Amesterdão


O Nemo H2 é o primeiro barco construído em exclusivo para trabalhar com células de combustível a hidrogénio, destinado a cruzeiros nos diversos canais de Amesterdão. O barco tem capacidade para receber 87 pessoas e não tem qualquer emissão de gases poluentes, apenas vapor de água.

Os visitantes da capital holandesa poderão, a partir da próxima Primavera, desfrutar destes passeios ecológicos por apenas mais 50 cêntimos, montante que será canalizado para a investigação em tecnologias limpas, segundo o responsável da empresa organizadora destes passeios.

A construção do barco custou cerca de o dobro de uma tradicional embarcação a diesel que percorre os centenários de Amesterdão, precisando de ser abastecido uma vez por dia enquanto os outros barcos só precisam de o fazer uma vez por semana.

Ainda assim, os responsáveis pelo projecto orçado em cerca de 3 milhões de euros, parcialmente co-financiado pelo Estado, acreditam que os custos baixem quando se iniciar a construção de mais barcos e existirem mais infra-estruturas de abastecimento de hidrogénio.